20 de outubro de 2015

felicidade clandestina


a noite vem somos leitura
a desvendar além das ondas
linhas tecidas em carinho
telas doces ao vento

a noite vem somos pureza
alma leve emoção suave
mar de frio na barriga
 verde íris no horizonte

a noite vem somos ternura
doçura perfeita areia fina
oceano signo de afinidade
domingo gêmeos no tempo

a noite vem somos leveza
beleza rara a harmonizar
teu sorriso com meu eu
verso vivo em melodia

a noite vai fomos ventura
pura felicidade clandestina
destinada a escorrer efêmera
líquida poesia em mar oblíquo

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